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Otite média é o tipo mais comum em bebês

Ela chega de surpresa e provoca dor aguda e intensa no bebê, fazendo com que o pequeno chore bastante. Estamos falando da otite, uma das inflamações mais comuns durante a infância e que assusta os pais de primeira viagem.

O tipo mais comum é a otite média aguda. Conversamos com a Dra. Emília Barros, especialista em Otorrinolaringologia Pediátrica da Clínica Infantil Bem, sobre a doença. “É tão comum que praticamente todas as crianças apresentam ao menos um episódio na vida e ao menos dois terços das crianças terá mais de um episódio nos três primeiros anos”, alertou a especialista.

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Como identificar a otite média?

  • Dor de ouvido e febre são os principais sintomas;
  • Em bebês que não falam, os pais devem observar choro agudo, irritabilidade, perda de apetite, saída de secreção do ouvido, dificuldade para ouvir e tontura;
  • Na maioria das vezes, a otite é precedida por uma gripe, resfriado ou crise de rinite alérgica.

Tratamento varia de acordo com a causa

O tratamento para a otite média vai depender da idade da criança, as causas da inflamação e se há complicações. “Remédios para dor e febre e cuidados como não deixar entrar água dentro do ouvido devem ser feitos e no caso de infecção bacteriana é recomendado uso de antibióticos que serão prescritos sempre pelo médico”, alertou a Dra. Emília.

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Tem como prevenir?

A especialista recomendou que os pais mantenham uma rotina de lavagem nasal com soro fisiológico e evitem oferecer a mamadeira com a criança deitada. E como a otite costuma aparecer depois de gripes, resfriados e crises de rinite, a prevenção para essas doenças também ajuda a evitar a otite.

“Também é importante que os pais mantenham em dia o carteirinha de vacinação, principalmente para H. influenza , pneumococos e gripe”, alertou a Dra. Emília que também lembra que a amamentação é um fator protetor contra otites.

É unânime entre os especialistas e a Organização Mundial da Saúde (OMS): o aleitamento materno deve ser exclusivo até os 6 meses de idade e complementar até os 2 anos ou mais.

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Conheça outros fatores de risco para o aparecimento da otite média:

  • Imunidade baixa;
  • Exposição à fumaça de cigarro;
  • Rinite alérgica;
  • Convívio com outras crianças (em casa e na escolinha);
  • Uso de chupeta;
  • Respiração oral;
  • Aumento das amígdalas e adenóides;
  • Problemas musculares ou anatômicos nas tubas auditivas (como fenda palatina).

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Atenção: Otite não tratada prejudica a audição da criança de forma permanente

“A otite, quando não tratada, pode resultar em complicações sérias como paralisia facial, formação de abscessos, mastoidite, meningite, labirintite e até perda de audição permanente. Por isso, na suspeita de otite, o médico (otorrino ou pediatra) deve ser sempre consultado”, lembrou a especialista.

Durante o período da infecção, a diminuição da audição da criança é comum porque o catarro atrapalha a condução sonora, mas essa é uma situação provisória, totalmente reversível após o tratamento. A perda de audição permanente só vai ocorrer nas complicações citadas acima pela Dra. Emília Barros.

 

 

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