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mel para o bebê

Pode dar mel para o bebê?

A alimentação do bebê é um assunto cercado de dúvidas! Até as mamães mais experientes têm algumas perguntas sem respostas, não é mesmo?! Uma das mais conhecidas é o mel. Afinal de contas, quando podemos começar a dar mel para o bebê? E porque ele exige tanto cuidado? Muito utilizado para curar gripes, resfriados, e até adoçar alimentos e bebidas, ele pede um pouco de cuidado a mais no consumo pelos pequeninos por conta da possibilidade de conter esporos da resistente bactéria Clostridium botulinum, causadora do botulismo. Vamos entender os motivos e aprender quando podemos oferecer mel para o bebê?

mel para o bebê

 

Oferecer mel para o bebê, entenda os riscos

A bactéria Clostridium botulinum é super resistente, sendo capaz de sobreviver até à pasteurização e altas temperaturas. Por este motivo, a maioria dos pediatras pedem que, tanto o mel, quanto o xarope de milho, sejam oferecidos apenas a bebês maiores de um ano de idade. Como o sistema imunológico dos pequeninos são imaturos, vulneráveis e muito sensíveis, eles podem acabar adquirindo uma doença chamada botulismo infantil, capaz de levar a morte.

 

A doença

O botulismo é uma intoxicação grave, de origem alimentar, que começa com sintomas como os de uma gripe, seguidos de falta de apetite, cansaço, prisão de ventre, choro fraco, irritabilidade, baba excessiva, fraqueza muscular, paralisia, dificuldade de sucção, alimentação e controle da cabeça. Costumam aparecer entre 8 e 36 horas após o consumo do alimento contaminado. Apesar de rara, se você desconfiar que seu bebê esteja com a doença, leve imediatamente o pequeno ao médico.

O diagnóstico da doença é feito por meio do histórico alimentar da criança, sendo confirmado com exames de sangue e fezes em busca da bactéria Clostridium botulinum.

O tratamento exige uma lavagem estomacal completa para eliminar qualquer vestígio do alimento contaminado. Existe também a possibilidade de uso da Imunoglobulina antibotulismo intravenosa (IGB-IV), porém, seus efeitos colaterais requerem um pouco mais de atenção.  Em alguns casos o bebê pode precisar da ajuda de aparelhos para respirar por alguns dias. Quanto mais rápido é feito o diagnóstico e iniciado o tratamento, maiores são as chances de recuperação sem consequências.

 

 

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