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Depressão pós-parto masculina, a doença também atinge os pais

Vocês sabiam que a depressão pós-parto não atinge somente as mães? Mais frequentemente entre o terceiro e o sexto mês de vida do bebê, cerca de 10,14% dos pais também podem desenvolver a doença. Esta conclusão veio por uma pesquisa publicada no The Journal of American Medical Association. E não pára por aí! Nos casos em que a mãe desenvolve a depressão, a frequência da incidência de depressão pós-parto masculina duplica. O Ministério de Saúde afirma que cerca de 40% das mulheres brasileiras apresentam sintomas compatíveis com a doença, precisando de acompanhamento médico.

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Depressão pós-parto masculina e os pais de primeira viagem

O estudo indica que os principais homens acometidos pela depressão pós-parto masculina são os de primeira viagem ou aqueles que não planejaram a gravidez. Não se sabe exatamente os motivos que levam o pai a desenvolver o transtorno, especula-se que históricos de depressão na família, medo do novo, das responsabilidades que vêm com o bebê, a mudança de rotina, as preocupações financeiras, estresses no trabalho e com a esposa também podem influenciar o quadro.

Como sintomas, os pais acometidos pela doença podem apresentar uma busca excessiva por trabalho e atividades fora de casa, no intuito de fugir da rotina com o bebê. Além disso, indícios comuns de depressão, como cansaço excessivo, apatia, pessimismo, culpa, tristeza profunda, dificuldade de concentração e de tomar decisões também podem aparecer.

O tratamento da depressão pós-parto masculina é a mesma da doença convencional, acompanhamento profissional com psicólogo e psiquiatra, se necessário o uso de medicação.

É importante salientar que a depressão pós-parto masculina pode afetar não somente o relacionamento com a esposa, mas também comprometer o bem-estar da criança. Especialistas afirmam que as consequências da doença podem afetar o desenvolvimento emocional e o comportamento da criança, principalmente meninos, entre três e seis anos de idade.

 

 

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