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Entenda a Teoria da Exterogestação

Ao contrário do nome, a teoria da exterogestação é mais simples do que você pensa! Desenvolvida pelo antropólogo Ashley Montagu, ela propõe que os três primeiros meses de vida do bebê fora do útero ainda podem ser considerados parte da gestação, exigindo um cuidado a mais.

A ideia da exterogestação é fazer uma transição lenta do bebê para a vida extrauterina. Mas, como isso acontece na prática? A gente te explica!

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Exterogestação: o que fazer nos primeiros meses

Você certamente já reparou o quão dependente é um recém-nascido. Ele não enxerga, não fala, não escuta, não senta ou ao menos sustenta a cabecinha…Isso acontece porque, segundo Montagu, a gravidez dura, na verdade, 12 meses — ainda que o último trimestre aconteça fora da barriga da mãe.

Viralizada pelo pediatra Harvey Kap, a teoria da exterogestação traz algumas propostas para que o bebê desfrute de um início de vida mais aconchegante.

Primeiro, é preciso entender que esse ser tão pequenininho não está condicionado aos hábitos dos adultos. Assim, os pais devem recriar ao máximo as sensações que a criança tinha quando ainda estava no útero durante o período de gestação. Confira algumas dicas:

Pratique cama compartilhada: a exterogestação apoia a ideia de que o bebê durma na cama com os pais durante esses primeiros meses ou em um berço acoplado à cama. Há formas extremamente seguras de fazer isso!

– Use e abuse do sling:  carregar o bebê dentro do sling também ajuda a reproduzir a sensação uterina, deixando o pequeno bem apertadinho e em contato com a sua pele. Você também pode utilizar uma fralda de ombro ou cueiro para criar um verdadeiro ‘casulo’.

– Dê bastante colo: esse tipo de carinho é essencial nos primeiros da exterogestação. Isso porque o colo aproxima fisicamente mãe e filho, transmitindo o calor de um para o outro. O seu insistito certamente fará o trabalho de balançar o bebê para lá e para cá, o embalando em um delicioso soninho.

Amamente: os bebês se acalmam com peito, mamadeira ou até mesmo com a chupeta porque no útero eles ficavam com as mãos bem pertinho do do rosto e, assim, chupavam os dedos com frequência. A amamentação é uma super aliada na exterogestação, já que proporciona o contato constante entre mãe e filho. Tudo de bom!

Faça barulhinhos: você pode transmitir todo o aconchego que existe dentro de você (literalmente!) com sons que remetem aos ruídos que o feto ouvia no barriga, como o do coração e intestino. Transmita essa vibração de forma prática: basta fazer “shhhhh” com a boca ou ligar o aspirador de pó/secador de cabelos a uma distância segura do recém-nascido. Você também encontra aplicativos para smartphones com esses sons.

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