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asma na gravidez

Asma na gravidez, como tratar!

A asma é uma doença crônica caracterizada pela inflamação dos brônquios, causando a contração dos mesmos, e atrapalhando a passagem de ar para os pulmões. Seus principais sintomas que aparecem durante as crises são tosse, falta de ar e chiado no peito. As gestantes asmáticas precisam tomar muito cuidado, para prevenir as crises e tratar a doença caso resolva aparecer, pois a dificuldade de respirar é capaz de diminuir o fornecimento de oxigênio para o bebê, causando diversos problemas para ambos. Nossa matéria de hoje vai falar tudo sobre a melhor forma de cuidar da asma na gravidez!

asma na gravidez

 

Asma na gravidez

Todo cuidado é pouco durante a gestação, não é mesmo? Principalmente para garantir a perfeita saúde do pequeno que está sendo gerado. No caso das gestantes asmáticas é preciso que o tratamento com as chamadas “bombinhas” não sejam interrompidos, e que a grávida evite o contato com todas as substâncias capazes de gerar uma crise, como poeira, pólen, cães, gatos, perfumes e aromas mais fortes.

É essencial que a gestante continue o tratamento da doença com a mesma medicação que já está habituada, não modificando a dose, pois este tipo de remédio não prejudica o bebê, nem provoca parto prematuro. Porém, o seu uso excessivo não é recomendado, por isso, a importância de evitar a exposição às substâncias causadoras das crises.

Vale lembrar também que no final da gravidez o tamanho do útero e o espaço que o bebê ocupa também pode causar falta de ar, sendo muitas vezes confundido com as crises de asma. Por isso, ao sentir algum desconforto, sente-se e relaxe, pode ser que logo você volte a respirar normalmente, sem a necessidade do uso da medicação.

A asma na gravidez precisa ser tratada com seriedade, pois a doença, quando não controlada, pode causar diversos riscos à saúde, tanto da gestante, com diabetes, pré-eclâmpsia, rompimento prematuro da bolsa, quanto do bebê, com baixo peso ao nascer, comprometimento do crescimento e sobrevida do feto.

A gestante asmática também precisa ter o cuidado redobrado com a saúde, pois ela também é mais sensível à contrair infecções respiratórias, como pneumonia.

E como a asma é uma doença causada por uma alteração genética, o bebê pode não nascer com a doença, porém há 25 % de chance dele nascer com asma, ou ainda 50%, se o pai também for asmático.

 

 

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