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gravidez tardia

Gravidez tardia aumenta riscos de complicações

Ser mãe após os 35 anos é cada vez mais comum, especialmente diante do papel ativo da mulher no mercado profissional e a busca por estabilidade financeira antes de formar uma família. Mas é preciso considerar os riscos de uma gravidez tardia.

A principal preocupação é com o aumento das chances de complicações, que colocam a vida de mãe e bebê em risco. A ginecologista e obstetra Dra. Maria Elisa Noriler alerta que mulheres que optam pela gravidez tardia precisam tomar alguns cuidados extras com sua saúde e de seu bebê.

“Uma gestação nessa fase está relacionada ao aparecimento de diversas complicações como: hipertensão arterial, diabetes, abortamento, malformação fetal, doença renal, neurológica e pulmonar”, explica a especialista.

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Um dos pontos de atenção na gravidez tardia é com o aumento de risco de pré-eclâmpsia. Controle com pressão arterial deve ser rígido!

Outro ponto a ser considerado na gravidez tardia são os riscos de abortamento, partos prematuros e malformações do feto durante a gestação, que sobem conforme a idade da mulher avança.

Cuidados extras na gravidez tardia

Para minimizar esses riscos, a mulher deve fazer um acompanhamento criterioso durante a gravidez tardia, seguindo à risca o pré-natal e priorizando um estilo de vida mais saudável, fatores que influenciam diretamente na saúde do bebê a longo prazo.

“Fazer uma ultrassonografia morfológica com especialista em medicina fetal, manter o peso ideal, optar por hábitos saudáveis com a alimentação, praticar atividade física regularmente, não fumar, não consumir álcool e também estar em dia com o calendário de vacinas são essenciais para evitar problemas durante a gestação”, recomendou a Dra. Maria Elisa Noriler.

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Com hábitos saudáveis e seguindo o pré-natal à risca, a mulher pode ter uma gestação tardia sem complicações.

Baixa na reserva ovariana prejudica fertilidade

As mulheres que estão considerando esperar para ter filhos e assumir os riscos de uma gravidez tardia, precisam ter atenção à reserva ovariana. Embora a idade traga a experiência e o preparo psicológico e financeiro, o corpo da mulher não entende dessa forma.

Um dos principais reflexos é o envelhecimento dos óvulos, com riscos maiores para alterações genéticas e a baixa na reserva ovariana. Na prática, a mulher perde óvulos em cada ciclo e, perto dos 40 anos, esse “estoque” pode chegar a zerar. Falamos sobre esse assunto aqui!

Para quem busca uma forma de frear esse envelhecimento no sistema reprodutor, o congelamento de óvulos é uma alternativa segura e que vem ganhando espaço entre os casais que desejam adiar os planos de ter filhos. Também já falamos sobre o assunto. Clique aqui e confira!

 

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