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grávidas devem ingerir ômega 3

Entenda porque o ômega 3 é fundamental na gestação

Você sabia que o consumo de ômega 3 por grávidas é um consenso para a Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN)? Além de ser fundamental para a boa formação da visão, da circulação e do sistema nervoso do bebê, o DHA (que é um tipo de ômega 3) proporciona bem-estar para a gestante.

“O ômega 3 é um tipo de gordura poli-insaturada considerada benéfica ao corpo humano e que desempenha inúmeras funções. O ômega 3 engloba os ácidos graxos poli-insaturados: α-linolênico (ALA), eicosapentaenoico (EPA) e docosahexaenóico (DHA)”, explica Clarisse Corbelini – nutricionista e colaboradora do Alô Mamãe.grávidas devem ingerir ômega 3

De acordo com a especialista, esses ácidos graxos são considerados essenciais. Eles não são produzidos pelo organismo e, por isso, devem ser obtidos através da alimentação ou suplementação.

“Durante o segundo trimestre e, principalmente, no terceiro trimestre gestacional acontece o maior desenvolvimento da estrutura cerebral do bebê, estendendo-se até a lactação. Por isso, a ingestão de ótimas fontes de ômega 3 pela mãe, durante a gestação e a amamentação, pode refletir de maneira positiva por toda a vida da criança”, explica a nutricionista do Alô Mamãe.

Entre os ácidos graxos essenciais, o DHA pode ser considerado o mais importante e deve estar presente em altas doses na rotina alimentar da gestante e lactente. Os níveis adequados de DHA na dieta são decisivos para o bom desempenho cerebral e auxiliam na luta contra doenças neurológicas. Além disso, o DHA é uma das principais gorduras que participam da estrutura da retina do olho. Ele também promove o aumento da imunidade do feto, melhora a saúde gestacional e previne a depressão perinatal.

 

Fontes de ômega 3

“As melhores fontes alimentares de ômega 3 são os peixes de águas profundas e geladas como a sardinha, o arenque, o atum e o salmão. Devido a contaminação dos mares por toxinas e metais pesados, como o mercúrio, o melhor é optar pelo consumo dos peixes de menor porte e de vida mais curta, como a sardinha. No caso de dificuldade de ingestão de alimentos fonte de ômega 3, é possível optar pela suplementação. É essencial observar se o produto escolhido apresenta certificação de pureza. Antes de fazer a suplementação, peça a orientação de um nutricionista ou do seu obstetra. O profissional irá adequar a dose de acordo com as suas necessidades”, esclarece a nutricionista Clarisse Corbelini.

 

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