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ultrassom morfológico

Ultrassom morfológico do 1º trimestre e a translucência nucal

Um dos principais exames do pré-natal é o ultrassom morfológico do 1º trimestre, que deve ser realizado entre  11 semanas e 3 dias e 13 semanas e 6 dias. O exame é feito via abdominal, mas também pode ser solicitado um complemento via trasvaginal.

Muitas mamães de primeira viagem ficam muito ansiosas com este exame, já que ele mede a translucência nucal – principal indicador se o bebê tem alto ou baixo risco de ter alguma síndrome genética, como a Síndrome de Down.

No ultrassom morfológico do 1º trimestre também é medido o osso nasal, o fluxo de sangue no cordão umbilical, do ducto venoso e das artérias uterinas.

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Translucência Nucal

Entre a 11ª e 14ª semana de gestação, todos os bebês possuem um espaço com líquido na região da nuca, chamada de translucência nucal (TN). Neste período, bebês com Síndrome de Down apresentam a TN aumentada. A medida do osso nasal também é avaliada para verificar possíveis alterações cromossômicas.

Mas é importante destacar que o ultrassom morfológico é um exame de rastreio e não de diagnóstico. Ele pode apontar probabilidades, que devem ser investigadas pelo obstetra responsável pelo pré-natal, que pode solicitar exames complementares.

Não tente interpretar os resultados do exame, sozinha em casa! Assim como resultados considerados “normais” não excluem totalmente as chances do bebê ter alguma alteração cromossômica, resultados alterados também devem ser analisados com critério. O exame não é 100% preciso!

ultrassom morfológico

O que mais o ultrassom morfológico do 1º trimestre avalia?

  • Confirmar idade gestacional. Muitas mulheres não lembram com exatidão o dia da última menstruação ou tem ciclos irregulares. Com a medida do comprimento fetal, o exame consegue confirmar o dado.
  • Verificar se é uma gestação múltipla. O exame de ultrassom morfológico confirma se há apenas um ou mais bebês se desenvolvendo no útero.
  • Avaliar riscos de outras anomalias, através de investigação combinada de história clínica, exames bioquímicos, exame físico materno e avaliação do doppler das artérias uterinas.
  • Identificar bebês que têm maior chance de apresentar malformações cardíacas.
  • Diagnosticar abortamentos.

 

 

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